As piores sequências do mundo dos games

Fala, galera, tudo bom com vocês? Quem aí já se decepcionou com a sequência daquele jogo que você era fã pra caramba por ela ser uma bela duma porcaria? Às vezes isso acaba acontecendo, seja por ganância das produtoras, por falta do que explorar no universo da franquia ou simplesmente pela falta de inspiração do time que desenvolveu o jogo. Bom, hoje vamos conversar um pouco sobre alguns desses jogos que nos encheram da expectativas só pra dar aquele banho de água fria. Vamos a eles?

Dead Island: Riptide

Qual o passo natural da evolução de uma franquia? Melhorar os pontos fracos do antecessor e manter o que é bom, certo? Em Dead Island: Riptide, parece que é bem o contrário, já que o jogo pega todos os pontos divertidos do primeiro jogo e elimina eles do game, restando apenas uma repetição sem fim de todos os elementos chatos que compunham Dead Island.

Soma-se a isso ainda uma história completamente clichê e algumas adições que mais te atrapalham do que ajudam, como defesa de bases (povoadas por IAs extremamente burras e fracas). Sério, eu não sei o que deu na Deep Silver, mas Dead Island: Riptide é o tipo de jogo que só dá para ser completado com um grupo de amigos dispostos a pelo menos terminar o jogo para valer os reais gastos nessa bomba.

Final Fantasy XIV

Final Fantasy XIV era um MMO bastante esperado, ainda mais pelos fãs de Final Fantasy XI, o primeiro MMO da Square Enix. O que aconteceu, porém, foi um desapontamento massivo, já que o jogo era cheio de bugs e erros feios de game design, deixando-o injogável para diversos assinantes.

Os problemas foram tantos que a Square Enix não teve outra escolha, senão desligar os servidores do game e recomeçar Final Fantasy XIV do zero, tomando um prejuízo de milhões de dólares no processo (e quase falindo a empresa) de reestruturação do RPG. No fim das contas, Final Fantasy XIV: A Realm Reborn (versão revista do jogo) é um ótimo MMO, à altura da marca Final Fantasy, mas sua versão inicial era terrível.

Pelo menos a Square Enix encerrou o MMO em grande estilo com esse vídeo aqui.

Deus Ex: Invisible War

Deus Ex original foi um jogo revolucionário pra caramba não só pelo gameplay, mas também por uma história muito bem construída. O que aconteceu na hora de lançar a continuação? Uma baita decepção, já que Invisible War é um jogo totalmente esquecível, com uma história fraca e algumas escolhas que parecem até preguiçosas, como o fato de você usar apenas um tipo de munição para todas as armas do jogo (de pistola a lança chamas).

Felizmente, a Eidos se redimiu há alguns anos com Deus Ex: Human Revolution, um jogo à altura da franquia, e esse capítulo acabou caindo no esquecimento, sendo geralmente incluído em bundles do Deus Ex original.

Prince of Persia: Warrior Within

Prince of Persia é um jogo que boa parte dos jogadores mais novos lembra graças ao renascimento da série no PlayStation 2, com The Sands of Time, mas, na verdade, o jogo surgiu no Dos, lá atrás na época dos 386/486. Após um primeiro título de sucesso, a Ubisoft resolveu ousar um pouco com um visual mais dark, e um tom mais “maduro”, a um jogo que combinava muito mais com a temática inocente que o antecessor tinha.

Driv3r

Quem aí sente saudades da magia de Driver? A franquia da Atari era uma das melhores do PlayStation, sendo quase um GTA antes de GTA existir. Aliás, o jogo realmente piorou bastante quando tentou tornar-se GTA, em Driv3r, que, de tão ruim, obrigou a Atari a subornar algumas revistas a darem nota 9 a um jogo que precisaria se esforçar muito para merecer um 3.

E por que Driv3r era tão ruim? Antes de mais nada, o jogo te fazia ficar mais tempo fora do carro do que dentro dele. Ok, isso não chega a ser um problema se o gameplay a pé é bom, mas não era o caso. O game tinha um sistema de locomoção terrível, uma mira pior ainda, além de missões extremamente repetitivas.

Mesmo com a recuperação da série após esse jogo, infelizmente a franquia Driver nunca mais foi tão relevante quanto naquela época, e provavelmente nunca mais o será.

Que outras sequências vocês lembram que deveriam ser riscadas do mundo dos games? Deixem seus comentários!

Eric Arraché

Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.

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