7 apelações de Winning Eleven que todo mundo já fez

Winning Eleven nunca foi um primor de realismo. Enquanto Fifa 2002 tinha gráficos lindos, Wining Eleven 2002 não permitia nem modificar o rosto dos jogadores. Era só o cabelo e pronto. Apesar disso, sempre foi um jogo muito divertido, que gerava as melhores partidas contra os amigos, tanto no playstation 1 quanto no playstation 2. Naquela época, existiam algumas manhas pra se dar bem no jogo. Não, não eram cheat codes nem aquela manjada do International Super Star Soccer, de fazer 99 gols apertando start no meio do chute. Apenas macetes de quem manjava dos paranauê.

7. Jogadores novos

No playstation 2 os jogadores da Master League começaram a desenvolver. Quanto mais novos, mais fortes eles iam ficando no meio da carreira. A estratégia era comprar jogadores novos, baratos, desconhecidos e que iam se tornando bons. A maioria era belga, como Kompany, Vomme, Keseru, Van Damme, etc. Os jogadores velhos que se aposentavam viravam jovens de 18 anos com status altíssimos, como Rogério Ceni, Maldini e Zola, mas aí já era roubar demais o jogo, como liberar os times clássicos e contratar um Zico de 20 anos pro teu time e deixar ele ir crescendo na vida até se tornar um Deus imortal.
Nas últimas versões vieram os jogadores da base, e aí surgiram lendas como Shimizu e Palmieri, titulares em todas as equipes.

6. Japp Koller + Martins no ataque.

O centro-avante tcheco se aproveitava de um time relativamente bom, com Nedved, Rosicky e Poborsky pra receber excelentes cruzamentos e marcar TODOS os gols de cabeça. Com seus 2,02m de altura, muitas vezes ele ganhava jogadas aéreas sem nem mesmo sair do chão. Além disso ele sabia jogar com os pés relativamente bem. Curiosamente, o único jeito de anular ele não era com jogadores altos, mas sim com jogadores que tivessem um jump alto, normalmente baixinhos, como Roberto Carlos e Babangida.
No playstation 2 a seleção da Nigéria ganhou o reforço da jovem promessa Oba-Oba Martins, único jogador a alcançar 99 de speed e aceleration. Sendo impossível de alcançar ele na corrida, ele chegava fácil no fundo pra cruzar pro grandalhão Koller fazer gols a torto e a direito. O infeliz era um demônio, porque além de tudo era novo e promissor.

5. Cannavaro + Ferdinand na zaga

Já diria o mestre Juarez Roth que um time se faz pela defesa. Jogadores de zaga em geral eram mais baratos do que atacantes, então facilitava começar a montar o time pela defesa. Cannavaro era um zagueiro baixo, mas rápido (em muitos times podia improvisar de lateral), mas Ferdinand compensava essa falta de estatura, sendo alto pelos dois. O truque da Master League perfeita era ter estes dois na zaga.

4. Seleção da Nigéria

Aquele seu amigo se achava o esperto por pegar o Brasil com Ronaldo e Rivaldo, então tu ia lá e pegava a Nigéria pra neutralizar ele. Babangida tinha speed máximo, Okocha fazia todos os gols de fora da área, Kanu era alto e dominava a área. Ainda tinha Agahowa e Amokachi. Só não era o melhor time porque a defesa era fraca.

3. Golzinhos manjados

Existiam maneiras bem fáceis de fazer gols que sempre davam certo. No playstation 1 era só tabelar na frente da área e, de cara com o goleiro, utilizar ou o famoso X+☐ pra cortar, ou encobrir. No play2 a tabela não era mais automática, a técnica pra fazer gols fáceis era chegar na frente do goleiro e passar pra trás que algum jogador ia chegar pra chutar pro gol vazio.
É comum até hoje na pelada aquele amigo ruim fazer um gol parecido com uma das cenas acima e ser zoado por ter feito “golzinho de play”.

2. Esconder o controle embaixo da camisa na hora do penalti

Se até hoje o mimimi rola solto pelos caras que “telam” no CS/DotA/LoL, imagina como era jogar 007 Golden Eye ou Medal of Honor: Underground em splitscreen numa tela de 14”? Pois é, no futebol sempre tinha o malandro que tentava olhar pra que lado o amiguinho ia chutar na hora de defender o penalti. Pra isso, era sempre válida a técnica de esconder o controle embaixo da camisa, ou botar o controle pra trás e se sentir como um guitarrista que faz o solo com a guitarra nas costas. No play 2 era válido escolher jogadores que batiam de pé colado, sem pegar distância, como Eto’o, pra cobrar o penalti e chutar bem rápido, pro outro não ter tempo nem de pensar em escolher um canto.

1. Roberto Carlos no ataque

Os maiores reis do futebol

A mais clássica de todas. Roberto Carlos (ou só R. Carls) tinha speed máximo e força de chute máxima, uma combinação que fazia com que os gols do meio de campo fossem frequentes. Roberto Carlos deixava todos os defensores do jogo pra trás na corrida, e um chute dele em alta velocidade, mesmo com a barra de força não muito cheia, era literalmente indefensável. Além disso, na Master League ele era muito barato, sendo o primeiro jogador a ser comprado, dando carrinhos precisos lá atrás e fazendo gols importantes pra ajudar o time a conquistar as primeiras vitórias contra Boca Jrs. e cia na segunda divisão. Roberto Carlos tinha uma animação diferente nas cobranças de falta, dando aquela famosa corridinha pra bola, pegando MUITA distância, tornando fácil de se recriar aquele famoso gol de falta contra a França.

E aí, lembrou de mais algum? Preferia Owen e Shevchenko no teu ataque? Jogou só International Super Star Soccer? Não lembra de nada disso? Deixa teu comentário!

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