5 jogos que ou as pessoas amam ou odeiam

Fala, galera, tudo bom com vocês? Há certas coisas na vida que são assim, ou você ama, ou você odeia, não tem meio termo. A conversa hoje é sobre games que acabam caindo nessa categoria e que discutir a respeito acaba não valendo a pena, já que as opiniões são tão polarizadas que não tem mesmo como chegar num consenso. Vamos a eles?

5. God of War

Eu já tomei porrada pra caramba aqui por falar que eu não acho God of War tudo isso, e vai ver é por isso que eu prefiro abrir essa lista com esse título da Sony. O jogo é bem isso mesmo, ou você ama sair metendo porrada em todo mundo que ousar aparecer na tela, coletar orbs de poder e evoluir as técnicas do Kratos pra chegar em algum chefe, encher ele de porrada até liberar uma série de QTEs pra mandar ele pro espaço de alguma forma brutal e repetir o processo, ou você simplesmente odeia.

Quem gosta de God of War argumenta que o jogo tem ótimas sequências de ação, que a história dele é muito boa (e altamente instrutiva para quem não sabe lhufas de mitologia grega) e que o Kratos é o cara mais fodão de todos os tempos e basicamente um faz tudo do mundo dos games, já que ele sempre consegue ser indicado para todas as listas que a gente faz aqui no site. Eu ainda pretendo dar uma segunda chance a série, mas no momento, infelizmente, God of War realmente não está na categoria de jogos que eu amo.

4. MOBAs em geral

Aqui eu prefiro não falar exatamente de um jogo em específico, mas do estilo. Eu realmente tentei começar a jogar League of Legends, mas parece o tipo de jogo que eu teria que gastar tempo demais jogando para virar mais ou menos bom e a ideia de um “jogo de estratégia onde você controla apenas o seu personagem” não me parece tão interessante assim.

Já, do lado oposto, quem gosta de MOBAs costuma argumentar que é um jogo competitivo viciante por fazer você ter que tomar decisões rápidas e sempre estar atento, além de exigir uma coordenação entre jogadores muito grande. Ah, e também abdicar de todos os outros bens materiais, relações pessoais e tudo mais para se dedicar as partidas. Só não diga para um fã de LoL que Dota 2 é melhor ou o contrário, já que, apesar deles geralmente amarem o gênero, odeiam o jogo do concorrente.

3. Assassin’s Creed

Assassin’s Creed é uma das franquias originais dessa geração que está acabando que mais se deu bem, mas ainda assim não chega a ser uma unanimidade. Eu, por exemplo, nunca consegui jogar mais de uma hora e pouco do primeiro Assassin’s Creed (e é uma das séries, a exemplo de God of War, que eu ainda pretendo dar uma segunda chance, só não sei quando) mas quem gosta, diz que o jogo tem uma história muito bem trabalhada e que a mecânica do jogo é muito boa, mesmo tendo suas partes repetitivas.

Já quem não gosta, reclama exatamente dessa repetitividade que o jogo tem, já que assassinar um inimigo pela primeira vez é muito legal, mas ficar repetindo isso o jogo inteiro acaba tornando-se chato. Além disso, também não há uma árvore de habilidades para o seu assassino, variando pouco o que você pode fazer do começo ao fim do jogo.

2. Final Fantasy VIII

Depois do grande sucesso que Final Fantasy VII fez, a SquareSoft preparou mais um lançamento estrondoso para a franquia com Final Fantasy VIII. O jogo prometia gráficos melhorados, um enredo mais maduro e uma série de melhorias no gameplay, inclusive prometendo o rompimento da barreira dos 9999 de dano, algo inédito na série.

O resultado de tudo isso foi um jogo que ou você ama ou odeia. Um dos principais motivos de reclamação dos fãs da série em Final Fantasy VIII é que o MP sumiu do jogo. Para usar magias, você precisa roubá-las dos inimigos usando um comando e cada uso da magia gasta a quantidade dela que você tem, como se ela fosse um item.

Além disso, outra reclamação em Final Fantasy VIII é o sistema de Junction, onde você pode melhorar certos atributos do seu personagem graças aos Guardian Forces (summons ou espers em outros capítulos). O problema disso é que no fim do jogo, seus personagens melhoram tanto os atributos que praticamente viram imortais, deixando o jogo fácil demais.

Sabe o mais engraçado disso? Final Fantasy VIII é um dos meus capítulos preferidos da série. Aliás, era o preferido até eu ter jogado Final Fantasy IV.

1. Tibia

Fechando com chave de ouro a nossa lista, temos Tibia. Eu joguei Tibia por anos, mas quem não curte primeiramente fala dos gráficos, é claro. E do fato de você começar o jogo matando ratos, e dos gráficos outra vez, é claro.

A verdade é que, para gostar de Tibia, é preciso jogar um pouco e vencer os preconceitos iniciais, mas o jogo existe há tanto tempo e tem uma comunidade tão dedicada (ainda que pequena se comparada com outros MMOs mais novos, exatamente por causa dos gráficos) que é o título perfeito para a definição de ame ou odeie.

Que outros jogos vocês lembram que entram nesse caso? Deixem seus comentários e não me xinguem porque eu “falei mal” de God of War.

Eric Arraché

Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.

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