Romelia War Chronicle estreia neste sábado, 3 de outubro de 2026, com o lançamento do primeiro episódio no Japão. O anime acompanha Romelia von Grahm, filha de um conde que participou da longa jornada do príncipe Henri para derrotar o Rei Demônio.
A vitória, porém, não representa o fim dos problemas. Depois que Henri rompe o noivado e remove Romelia do grupo de heróis, ela retorna para casa e encontra um reino ainda devastado pela guerra. As cidades continuam destruídas, a população precisa de ajuda e forças demoníacas permanecem ativas na região.
Diante desse cenário, Romelia decide agir por conta própria. Em vez de simplesmente abandonar o conflito, ela começa a reunir um exército para proteger os sobreviventes, reconstruir as áreas arruinadas e enfrentar as ameaças que ficaram para trás. A proposta coloca a reconstrução do reino no centro da história, em vez de tratar a derrota do Rei Demônio como uma solução definitiva.
O episódio 1 será lançado às 21h no horário do Japão, o que corresponde aproximadamente às 9h no horário de Brasília. A série terá lançamento semanal aos sábados, com episódios de cerca de 24 minutos e áudio original em japonês acompanhado de legendas.
No exterior, Romelia War Chronicle estará disponível pela Crunchyroll em regiões como América do Norte, Europa, América do Sul, África, Oceania e Oriente Médio. No Japão, o anime poderá ser assistido pelos serviços Anime Times, U-NEXT e Netflix antes da exibição televisiva.
A transmissão na TV japonesa começa em 5 de outubro, por meio de TOKYO MX, BS11 e Sun TV. KBS Kyoto e CBC também exibirão a produção.
Romelia War Chronicle terá dois cours, mas a quantidade exata de episódios ainda não foi confirmada oficialmente. Seguindo o formato mais comum para esse modelo, a temporada pode chegar a aproximadamente 24 episódios. Com isso, restariam cerca de 23 capítulos após a estreia.
A premissa diferencia a série ao mostrar as consequências de uma guerra depois do suposto triunfo dos heróis. O foco na reconstrução e na responsabilidade de Romelia promete uma abordagem mais voltada às consequências do conflito do que à simples busca por uma nova batalha final.


