Elbaf se tornou uma ameaça estratégica para Imu em One Piece por reunir o poder militar dos gigantes, conhecimentos preservados há gerações e uma possível ligação com a misteriosa inicial D. Embora chamar essa reação de medo seja uma interpretação, o mangá deixa claro que o Governo Mundial deseja controlar a ilha e silenciar aquilo que ela representa.
A frase “Elbaf é D.”, apresentada no contexto das consequências da morte de Harald, aproxima o reino dos gigantes do grupo que os Dragões Celestiais tratam como inimigo. A declaração ainda não explica o significado da inicial nem confirma que todos os gigantes tenham D. em seus nomes. Mesmo assim, ela sugere que a relação entre Elbaf e esse antigo conflito é mais profunda do que uma disputa política recente.
O interesse de Imu na força dos gigantes
O passado de Harald ajuda a revelar o objetivo do Governo Mundial. Enquanto o rei tentava conduzir Elbaf para longe do ciclo de violência, Imu buscava transformar os guerreiros da ilha em uma força militar subordinada ao regime. A diferença entre essas duas visões explica a tragédia envolvendo o antigo rei.
Elbaf não seria alvo de uma operação tão ambiciosa se não tivesse valor estratégico. Os gigantes possuem força suficiente para alterar o equilíbrio de poder, mas o interesse de Imu não está em uma aliança entre iguais. O plano envolve aproveitar o potencial militar da nação e reduzir sua autonomia.

Uma ameaça que vai além do campo de batalha
O perigo representado por Elbaf também está nas informações que sobreviveram na ilha. As tradições sobre Nika e os livros preservados pelos gigantes mantêm viva uma versão do passado que o Governo Mundial tenta esconder. Nesse cenário, uma biblioteca pode ser tão inconveniente para Imu quanto um exército.
O problema não é apenas a existência de um documento específico. A combinação entre livros, crenças e relatos antigos pode conectar acontecimentos que o poder central prefere manter separados. Para Luffy e seus aliados, compreender essas memórias significa descobrir por que a luta atual está ligada a eventos de um passado distante.

Nidhogg e a ligação com as antigas lendas
A entrada em cena do poder de Nidhogg acrescenta outra camada ao conflito. A reação de Imu indica que a fruta de Loki e Ragnir se aproximam de forças e lendas que já eram conhecidas pelo governante. Isso sugere familiaridade com uma ameaça antiga, mas não prova que Imu esteja destinado a ser derrotado por ela.
O reconhecimento pode representar experiência, preocupação ou rancor. Transformá-lo em uma confirmação de superioridade seria ir além do que foi mostrado. A importância do momento está em indicar que os poderes ligados a Elbaf fazem parte de uma história maior do que a disputa atual.
O que Lily revela sobre Elbaf
No capítulo 1195, Biblo afirma que uma mulher chamada Lily viveu em Elbaf em um passado distante. A informação ganhou peso por sua possível relação com Nefertari D. Lily e com os registros mantidos na biblioteca da ilha.
A presença de Lily não explica sozinha o significado da inicial D., mas reforça a teoria de que Elbaf funcionou como um ponto de preservação para memórias importantes do mundo. A conexão ainda depende de novas revelações, porém coloca a ilha mais perto dos grandes mistérios envolvendo o Século Perdido e o Governo Mundial.
Por isso, Imu tem motivos concretos para tratar Elbaf como uma ameaça séria. O reino combina guerreiros poderosos, uma cultura que não foi completamente submetida e conhecimentos capazes de desafiar a narrativa oficial. A questão central não é apenas quem venceria uma batalha, mas quem terá o direito de controlar o futuro e a memória do mundo.
