One Piece – Fatos que você provavelmente não sabia sobre a saga de Alabasta

A saga de Alabasta é frequentemente apontada como o momento em que One Piece alcança um novo patamar narrativo. Com uma trama mais longa, conflitos políticos bem definidos e grande carga emocional, o arco expandiu o universo criado por Eiichiro Oda e consolidou elementos que seriam fundamentais no futuro da obra. Mesmo tão conhecida, essa parte da história ainda esconde curiosidades interessantes sobre suas inspirações e bastidores.

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A identidade real de Vivi surgiu de última hora

Vivi se tornou uma das personagens mais queridas da saga de Alabasta, mas sua origem foi fruto de uma mudança inesperada de planos. Inicialmente apresentada como Miss Wednesday, agente da Baroque Works, ela não havia sido concebida como princesa. A decisão surgiu quando Oda a desenhou com o cabelo solto e percebeu uma aura nobre na personagem, o que acabou dando origem ao Reino de Alabasta e à princesa Nefertari Vivi.

O sobrenome Nefertari foi escolhido pela sonoridade

Reprodução: One Piece
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O nome completo de Vivi costuma ser associado ao Egito Antigo, algo coerente com a ambientação do arco. No entanto, Oda já explicou que escolheu o sobrenome Nefertari de maneira simples, guiado apenas pela sonoridade agradável. O significado histórico ligado a rainhas egípcias só foi descoberto depois, funcionando como uma coincidência que reforçou ainda mais a identidade do reino.

O Pó Dançante tem inspiração em um fenômeno real

Um dos elementos centrais do conflito em Alabasta é o uso do Pó Dançante, capaz de provocar chuvas artificiais em determinadas regiões. Apesar de fictício, o conceito foi inspirado na técnica real de semeadura de nuvens, utilizada em tentativas de induzir chuva.

O Clima-Tact de Nami quase teve outra aparência

Cosplayer fã de One Piece recriou de forma impecável o visual de Nami em Alabasta
Reprodução: One Piece

Durante os acontecimentos em Alabasta, Usopp desenvolve para Nami o Clima-Tact, arma que marca sua evolução como combatente. Curiosamente, a versão original do mangá previa que o objeto fosse vermelho. A mudança para o azul aconteceu primeiro no anime, e Oda decidiu adotar a nova cor definitivamente.

As locações misturam referências do mundo real

A construção visual do Reino de Alabasta combina influências de diferentes culturas e países. Oda utilizou elementos da Índia e do Egito como base, enquanto locais específicos foram inspirados em cidades reais. Rainbase, por exemplo, tem forte influência de Las Vegas, enquanto Alubarna reúne referências do Cairo, de Jodhpur e até do Taj Mahal.

Pell e Chaka refletem a mitologia egípcia

Os guardiões reais Pell e Chaka reforçam a inspiração egípcia presente em Alabasta. Ambos foram claramente baseados nos deuses Hórus e Anúbis, o que se reflete tanto em seus visuais quanto em suas Akuma no Mi. Pell possui a habilidade de se transformar em falcão, enquanto Chaka assume a forma de um chacal.

O Spiders Café nasceu de um filme cult

O Spiders Café, ponto de encontro da Baroque Works, chama atenção por sua atmosfera peculiar. Oda revelou que o local foi inspirado no filme Bagdad Café, lançado em 1994. Encantado pelo clima da produção, o autor decidiu transportar essa sensação para One Piece.

 

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João Victor Albuquerque
João Victor Albuquerque
Apaixonado por joguinhos, filmes, animes e séries, mas sempre atrasado com todos eles. Escrevo principalmente sobre animes e tenho a tendência de tentar encaixar Hunter x Hunter ou One Piece em qualquer conversa.