Kei Urana, criadora do mangá Gachiakuta, desativou recentemente sua conta oficial no X (antigo Twitter) após enfrentar uma onda de críticas e acusações de racismo. O motivo foi a publicação de um vídeo em que uma pessoa branca realiza uma dança imitando o personagem Jabber, que é um personagem negro da série, gerando reações negativas entre os fãs na plataforma.
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O vídeo compartilhado por Urana mostrava um cosplay em que o dançarino usava dreadlocks falsos feitos de vegetais, o que levou parte dos internautas a interpretar como uma insinuação ofensiva à cultura negra. Em suas tentativas de defesa, Urana explicou que não teve a intenção de causar qualquer mal-estar, ressaltando que apenas compartilhava um conteúdo relacionado ao seu trabalho.
Ainda assim, as explicações não foram aceitas e as críticas se intensificaram, o que culminou na decisão da autora de se afastar da rede social para preservar seu foco criativo.

Além disso, a adaptação teatral de Gachiakuta também gerou polêmica. A escolha do elenco, majoritariamente de atores japoneses, gerou queixas por parte de fãs que questionaram o racismo na decisão, já que o mangá apresenta personagens negros, como Jabber. A autora também foi criticada após manifestar gostar da animação Helluva Boss em postagens no X.
Esses atritos acumulados contribuíram para um ambiente hostil na internet, tornando insustentável sua permanência na rede social. A saída de Kei Urana do X pode permitir que a autora mantenha o foco em seu trabalho sem o desgaste contínuo das controvérsias online.


