A segunda temporada de Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation voltou a gerar polêmica devido à forma como aborda a escravidão. Esse não é o primeiro momento em que a obra se torna alvo de discussões, mas o sexto episódio reacendeu os debates sobre a maneira como o tema é retratado na história.
A controvérsia em torno da segunda temporada
Desde a primeira temporada, Mushoku Tensei já foi criticado por alguns aspectos de sua narrativa, e agora, na segunda temporada, o foco das discussões recai sobre um arco que envolve um mercado de escravos. No episódio em questão, Rudeus, Fitz e Zanoba visitam esse mercado e acabam adquirindo uma jovem anã chamada Julie, que posteriormente passa a ser treinada em magia.
Essa representação gerou reações divididas: enquanto alguns fãs criticam a forma como a escravidão é mostrada no anime, outros defendem que a abordagem faz parte do universo fictício da obra e não deve ser vista como uma validação desse tipo de prática.
A escravidão em outros animes
Esse tipo de abordagem não é exclusivo de Mushoku Tensei. Animes como The Rising of the Shield Hero também exploraram a escravidão em suas narrativas, como quando o protagonista Naofumi adquire uma escrava no início da história. A forma como essas obras lidam com o tema frequentemente gera discussões entre os fãs e levanta questões sobre a maneira como esses elementos são utilizados na construção de seus mundos.
O posicionamento do autor
Diante da repercussão do episódio, o criador de Mushoku Tensei, Rifujin na Magonote, se pronunciou nas redes sociais. Ele afirmou que Rudeus não se opõe à escravidão e que não deseja impor sua moralidade ao mundo onde foi reencarnado. Essa explicação, no entanto, não convenceu a todos, já que o tema continua sendo delicado e controverso.
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