KPop Demon Hunters chegou como um fenômeno global, conquistando o público com sua combinação de ação sobrenatural intensa e personagens com camadas emocionais bem construídas. A boa notícia para quem ficou com saudade dessa experiência é que 2026 está sendo um dos anos mais generosos da história recente do anime, com lançamentos que entregam esse mesmo cocktail de fantasia, porradaria e animação de alto nível. Aqui estão cinco títulos que merecem entrar na sua fila agora.
1. Jujutsu Kaisen: 3ª Temporada

Poucos animes de 2026 chegaram com tanto peso acumulado quanto a 3ª Temporada de Jujutsu Kaisen, que estreou em janeiro na Crunchyroll com um especial de uma hora cobrindo os dois primeiros episódios. A temporada adapta o arco da Migração à Extinção (também conhecido como Jogo do Abate), um torneio em larga escala orquestrado pelo antagonista Noritoshi Kamo, que transforma dez colônias do Japão em zonas de combate entre usuários de energia amaldiçoada.
O MAPPA manteve a qualidade visual impressionante das temporadas anteriores, e o episódio final da temporada, com 27 minutos de duração estendida, já figura entre os episódios de anime mais bem avaliados de todos os tempos no IMDb. Uma quarta temporada já foi confirmada.
2. Daemons of the Shadow Realm

Estrear em abril com expectativas estratosféricas é uma pressão enorme, mas Daemons of the Shadow Realm simplesmente ignorou esse peso e entregou. A série é uma adaptação do mangá de Hiromu Arakawa, a mesma criadora de Fullmetal Alchemist, e a produção ficou a cargo do Studio Bones Film, que reuniu parte da equipe responsável por Fullmetal Alchemist: Brotherhood para dar vida a essa nova história. O anime acompanha os gêmeos Yuru e Asa, cujo vínculo sobrenatural com entidades chamadas Tsugai os coloca no centro de um conflito que envolve magia, tragédia e segredos de família.
Com 24 episódios divididos em dois cursos consecutivos e previsão de término em setembro de 2026, a série ainda está em andamento e promete escalar bastante conforme o protagonista ainda está desenvolvendo seu verdadeiro poder.
3. Hell’s Paradise: 2ª Temporada

Três anos depois da primeira temporada, Gabimaru e Sagiri voltaram à ilha em janeiro de 2026, e o MAPPA provou que o tempo de espera foi bem aproveitado. A segunda temporada adapta os arcos de Lord Tensen e Hōrai, jogando os personagens contra os verdadeiros governantes da ilha em batalhas que elevam significativamente a brutalidade e o escopo em relação ao que a primeira temporada havia apresentado.
O diferencial aqui é que a série não abre mão do desenvolvimento emocional mesmo dentro de um formato dominado pela ação: as alianças improváveis entre condenados e executores ganham profundidade à medida que os inimigos vão se tornando cada vez mais difíceis de vencer. Com 12 episódios encerrados em março, já é uma das animações mais bem avaliadas do ano.
4. Frieren e a Jornada para o Além

A segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além pode ter decepcionado quem esperava uma escalada de conflitos, mas para quem curte fantasia com substância emocional, foi exatamente o que precisava ser. A Madhouse manteve o padrão visual da primeira temporada, com cenas de ação que surgem de forma pontual mas memorável.
A temporada acompanha Frieren, Fern e Stark percorrendo as Terras do Norte rumo a Aureole, o destino mítico onde os vivos podem supostamente se comunicar com os mortos, e a jornada é tão sobre os silêncios quanto sobre os combates.
5. Witch Hat Atelier

Witch Hat Atelier chegou em abril de 2026 com quase uma década de expectativa acumulada desde a estreia do mangá de Kamome Shirahama em 2016, obra que ganhou o Harvey Award e o Eisner Award ao longo dos anos. O estúdio Bug Films adiou o lançamento de 2025 para garantir fidelidade ao traço intrincado e detalhado do original, e os primeiros episódios já deixaram claro que a decisão foi acertada.
A história de Coco, uma garota sem dom mágico que descobre um segredo proibido sobre como a magia funciona de verdade, propõe uma ação baseada em inteligência e estratégia: a magia aqui é executada por meio de desenhos precisos, o que transforma cada duelo em um exercício de engenhosidade. A trilha sonora ficou a cargo de Yuka Kitamura, a compositora de Elden Ring e Dark Souls, garantindo que a atmosfera esteja à altura da proposta visual.
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