Os piores jogos do mundo – Parte 3

Fala, galera, tudo bom com vocês? Listas de piores jogos costumam gerar uma controvérsia desgraçada nos comentários, geralmente com algumas pessoas querendo o meu pescoço, ou que eu seja atingido por um ônibus ou qualquer coisa do tipo, mas… elas estão de volta, e espero que todo mundo concorde com os jogos de hoje, porque não tem como gostar deles.

4. Fight Club

Edward Norton é um ótimo ator e sua atuação sensacional em Fight Club não poderia ter sido tão pior homenageada do que com o jogo de mesmo nome. Ao tentar criar a atmosfera violenta das lutas, o jogo acabou fracassando e mais parecendo um clone piorado de Tekken, só que com movimentação lenta e sem graça. O único extra “bom” do jogo era poder encher o vocalista do Limp Bizkit de porrada.

3. Wheelman

Wheelman é mais ou menos um “GTA do Vin Diesel”, só que sem todos os bons elementos de GTA. No jogo, você é um policial infiltrado em uma gangue tentando prendê-los. Como o nome do jogo sugere, você é o cara que dirige o carro após grandes assaltos, fugindo da polícia e sendo o machão. Fora essas missões, o jogo ainda tinha algumas à pé, que provam que a engine do jogo era tão mal feita que parece que os modelos não haviam sido programados para andarem.

2. Batman: Dark Tomorrow

Batman: Dark Tomorrow foi uma tentativa fracassada de Kemko em ganhar alguns trocados com um jogo de Stealth, já que o gênero estava em alta na época. O jogo coloca você como o Homem Morcego tentando pegar os inimigos de surpresa. O problema era que os controles do jogo eram tão ruins que você quase sempre era descoberto antes de conseguir atacar seu inimigo. Para piorar as coisas, nas fases onde você tinha que pular de um prédio para o outro, os pulos saiam tão ruins que você quase sempre acabava dando um salto suicida ao invés de uma simples transição entre um prédio e outro.

Que bom que a franquia Arkham foi lançada alguns anos depois para corrigir essa injustiça com o Bátima.

1. Zelda: The Wand of Gamelon

A Nintendo só permitiu que as suas franquias fossem publicadas fora dos seus consoles uma vez e o resultado foi tão fracassado que isso provavelmente nunca mais vai acontecer (a menos, claro, que eles deixem de produzir hardware, o que é bem difícil). Em Zelda: The Wand of Gamelon, você controla a princesa Zelda e deve salvar Link e o pai de Zelda num side scroller em terceira pessoa cheio de erros técnicos e cenas de animação que mais parecem ter sido desenhadas no Paint.

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Eric Arraché

Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.