Games: Histórias, lendas e bizarrices – Parte 31: Games, educação e raciocínio

Olá amigos, conhecidos e haters.

Continuando com a coluna pra ela voltar a ser semanal! Ou porque não que ela seja pelo menos duas vezes por semana, não?

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Games, educação e raciocínio

Antigamente se tinha a falsa ideia de que videogames são apenas pra crianças. Ainda mais quando os games não tinham toda essa história que eles tem hoje. Imagina tu tentar convencer que Pac Man poderia melhorar tua coordenação, noção de decisão e percepção de tempo?

Acredito que mais do que nunca os videogames estão sendo usados como forma de melhorar o raciocínio e formas de balancear o bom senso de muitos jogadores. Em vários países do mundo são vistos como parte integrante de cultura e educação. Nem preciso citar jogos como “Castle of Doctor Brain” ou “The Incredible Machine”, que são jogos pra lá de antigos e trabalham justamente esse tipo de educação, pra provar meu argumento de que videogames nos ajudam a pensar.

Todos os consoles tinham seus games que eram justamente educativos, seja um Mario Paint, Art Alive ou algum genérico. Mas todos tinham como meta trabalhar o lado artístico, noção de música, tempo, percepção de cores, etc. Não havia necessidade de “enfrentar o chefe” pra passar de fase.

Mas esses eram os jogos completamente educativos. Atualmente nós temos jogos que te fazem pensar. Por mais que te digam o passo a passo, atualmente os games te colocam em questões de “Correto e Errado”, de escolher “o melhor para todos”, ou então situações de “politicamente correto”. Posso citar aqui games como Sleeping Dogs, The Walking Dead e Batman: Arkham City.

Todos esse jogos existem momentos onde você tem que desvendar puzzles, entender de tempo para ter um melhor desempenho da jogada e qual melhor caminho a ser tomado para o bem estar de todos. O Eric escreveu aqui uma matéria sobre um professor Norueguês que está usando o jogo The Walking Dead em suas aulas de ética. E é justamente disso que eu falo, como você pode aplicar noções de jogos no dia-a-dia.

Eu aprendi inglês apenas com livros de RPG e jogos online. Por ser obrigado a me corresponder com pessoas que não falavam nada de português, etc. Também me forcei a melhorar meu português, porque as pessoas mais velhas que jogavam comigo, reclamavam de não conseguir entender as gírias que eu digitava. Por sinal, hoje em dia é muito comum ver esse tipo de reclamação. Molecada que está jogando os games hoje acha que “Não sou professor, não preciso saber português pra jogar os games” ou “isso aqui é MMORPG, só preciso de XP, não preciso saber inglês”.

A coisa é que hoje em dia, mais do que nunca, você aprende com os jogos. Você tem lições toda vez que liga um console ou inicia uma partida no computador.

Por mais que a Marta Suplicy diga que os games não contam como fator de educação, as empresas e produtoras cada vez mais apresentam indícios de que ela está completamente errada.

Então pessoal, era isso.

Até semana que vem!

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Abração!

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