4 jogos de terror que não te dão sustos de verdade – parte 2

Fala, galera, tudo bom com vocês? Hoje vamos falar um pouco mais sobre jogos de terror que acabaram falhando exatamente no que eles teoricamente se propõem: dar sustos. Infelizmente isso acontece mais frequentemente do que o esperado, seja por falta de inspiração dos criadores, ou até por usar táticas bastante previsíveis, como no exemplo da nossa primeira parte quando eu falei de Doom 3. Desta vez, temos mais um exemplo desses, além de alguns outros.

Vamos a eles?

4. F.3.A.R.

F3ar é o exemplo de como uma boa equipe de desenvolvimento pode nem sempre acabar entregando bons resultados. A desenvolvedora do game trouxe dois figurões dos filmes de terror: Steve Niles e John Carpenter, além de ter apostado num novo e melhorado modo multiplayer.

O resultado, infelizmente acabou sendo parecido com Doom 3, onde há alguns sustos, mas, como eles sempre acontecem da mesma maneira, você meio que acaba sabendo o que esperar após algumas quase freadas na cueca.

3. Dino Crisis 3

Apesar de Dino Crisis original não ser bem um jogo de terror, o game tinha seus momentos assustadores, ainda mais quando um tiranossauro aparecia numa janela do nada e tentava te morder. As coisas esfriaram um pouco com Dino Crisis 2 e morreram completamente no último game da trilogia, que se passa, pasmem, no espaço.

Como o jogo foi lançado apenas para o Xbox original, pouca gente acabou jogando-o, e a repercussão foi tão ruim que a Capcom meio que desistiu de lançar qualquer capítulo adicional para a série desde então.

2. Rise of Nightmares

Rise of Nightmares é um jogo que tem tudo para ser bom, mas que acabou caindo na besteira de usar o Kinect como controle. O jogo de terror tem uma boa história e até dá alguns sustos, mas que no fim das contas acabam mais atrapalhando do que ajudando, já que o seu controle é o seu corpo, e o seu corpo meio que atrapalha bastante o jogo quando você está pulando pro lado por causa do susto. Ainda assim, esses são bem distantes um do outro para realmente fazerem o jogo ser considerado assustador.

1. Alone in the Dark

O remake de Alone in the Dark prometia ser tudo aquilo que os fãs queriam em um jogo de terror. O problema foi que o hype foi tanto que o jogo acabou sendo uma grande decepção. Cada imagem e gameplay que foi lançado só fez essa sensação aumentar. O jogo era lindo. Tinha uma trilha sonora assombrosa, um enorme mundo aberto para explorar e uma história incrível, mas todo o resto foi mal executado e acabou arruinando completamente o jogo.

Ao invés de dar vida nova ao gênero survival horror, Alone in the Dark não conseguiu superar as altas expectativas e decepcionou muita gente, fazendo a volta do “Resident Evil antes de Resident Evil” acabar sendo um grande fracasso.

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Parte 1

Eric Arraché

Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.