Observação: Para comentários sobre a jogabilidade, gráficos e afins, leia a análise do primeiro capítulo de Life is Strange aqui. Para conferir o review do segundo capítulo, clique aqui. Para o review do terceiro capítulo, clique aqui e para o do quarto capítulo, clique aqui.

Atenção: Este review contém spoilers do capítulo, então se você ainda não jogou ou não quer estragar a surpresa, é melhor ir ler outra notícia.

O quinto e último episódio de Life is Strange acaba de sair, mas será que ele terá a mesma qualidade que os anteriores? Encontraremos as respostas para as muitas dúvidas que temos ou continuaremos mais curiosos? O que irá acontecer em Arcadia Bay? É o que vamos descobrir agora.

Life is Strange: Polarized continua com a mesma qualidade dos episódios anteriores, com uma história envolvente e nos fazendo querer saber o que irá acontecer em seguida ou como Max irá lidar com a situação. Alguns detalhes que ainda não tinham resposta finalmente fazem sentido, e é nisso que o último episódio é focado.

Max acorda dentro da Dark Room, amarrada à uma cadeira e ainda atordoada por causa da droga que lhe foi injetada. Seu objetivo aqui é dar um jeito de entender o que está acontecendo e como fugir deste lugar. Já posso deixar adiantado que este episódio pode ser considerado o mais “sem noção” de todos, e vocês irão me entender em breve.

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Conseguindo escapar e voltando no tempo pra tentar consertar as besteiras que fez, Max consegue concluir seu objetivo e, num piscar de olhos, ela se vê em uma realidade totalmente diferente da que vivia. Agora ela conseguirá seguir sua carreira como fotógrafa como sempre sonhou, experimentando um pouco do sucesso que lhe aguardava e agora tudo estava bem. Só que não. O tornado ainda iria destruir Arcadia Bay. O que fazer? Como Max iria salvar a todos? Ela teria que tomar uma decisão difícil para tentar salvar aqueles que ela ama.

Mais uma vez, ela tenta mudar as coisas ao seu redor, mas determinada a resolver assuntos pendentes que não entrarei em detalhes. Vale ressaltar que, assim como nos episódios anteriores, Max vê que seu poder não é um brinquedo e que mexer com o tempo pode trazer consequências graves no futuro, além de várias hemorragias nasais.

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Lembram do que eu disse sobre o episódio ser o mais sem noção até agora? Max mais uma vez tenta mudar as coisas, mas ela se vê “presa” em diversas realidades paralelas e bem estranhas, como andar em corredores infinitos e no melhor estilo P.T, onde passar por uma porta te leva ao mesmo lugar. O capítulo é um grande vai-e-vem, mostrando Max desesperada para contornar a situação que havia se metido. Apesar de se tornar um pouco “repetitivo” ou “sem conteúdo”, ainda assim é um bom episódio, mesmo perdendo um pouco da qualidade se comparado com os anteriores.

Determinada, e passando por diversas realidades estranhas, Max consegue sair desse mundo esquisito, mas o terror ainda continua, e é aí que Max descobre o que causou o tornado que iria destruir a cidade e, mais uma vez, ela é colocada diante uma situação difícil. Sua escolha aqui determinará o futuro de Arcadia Bay e daqueles que ali vivem. Você acha que está preparado? O que estaria disposto a sacrificar para salvar aqueles que você ama?

O que aprendemos com tudo isso? Não brinquem com o tempo.

Will, Bill, Willian, o nosso querido colaborador é conhecido de várias formas dentro do site. Bill escreve principalmente notícias de games e é um Sonysta declarado, mas nosso Sonysta oficial continua sendo o Leo, apesar de o Bill ser o mini-Leo, salvo pela falta de massa encefálica.

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