Para comentários sobre a jogabilidade, gráficos e afins, leia a análise do primeiro capítulo de Life is Strange aqui. Para conferir o review do segundo capítulo, clique aqui.

Atenção: alguns pequenos spoilers do capítulo.

O terceiro episódio de Life is Strange, Chaos Theory, foi lançado recentemente e tivemos a oportunidade de continuar a história de Max e seu poder de voltar no tempo.

O episódio começa com Max tendo pesadelos em seu quarto e é acordada por Chloe, que pede para encontrá-la no pátio da universidade. Isso não seria problema, se não fosse o fato da universidade estar fechada e em “toque de recolher”, então Max terá que sair sem ser notada, do contrário, poderá ter problemas.

Como dito nesta notícia, Chloe e Max invadem a universidade em busca de respostas do desaparecimento de Rachel Amber, melhor amiga de Chloe após a morte de seu pai.

Sem dar muitos spoilers, Max e Chloe conseguem invadir a sala do diretor Wells e descobrem algumas informações interessantes e até mesmo recebimento propina, e é aí que suas escolhas entram em cena. Como de costume, as duas se metem em problemas e quase são pegas pela segurança da universidade antes de fugirem.

O novo capítulo é tão bem trabalhado quanto os anteriores, e, dependendo do final do segundo capítulo, toda a história do terceiro é mudada. O capítulo envolve temas novos, como brigas familiares, alguns segredos de Rachel e seu envolvimento com um traficante, a amizade entre Max e Chloe tornando-se mais forte e até mesmo um beijo entre elas.

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Desta vez, Max não tem problemas com dores de cabeça ao usar seus poderes, então você tem total liberdade para “rebobinar” e desfazer alguma besteira que você possa ter feito durante o capítulo. A grande novidade fica no final do capítulo, onde Chloe descobre que Rachel havia mentido e acha que todos a sua volta estão contra ela e, obviamente, fica furiosa. Após esses eventos, Max acaba usando seu poder de uma nova forma por acidente e, ao invés de voltar apenas alguns segundos, ela volta 5 anos no tempo no exato dia em que o pai de Chloe morre em um acidente de carro. Determinada a salvá-lo, Max faz de tudo para evitar a catástrofe.

É aí que o nome do capítulo “Chaos Theory” ou “Teoria do Caos” faz todo sentido, suas escolhas não somente mudaram o presente, mas também fizeram uma enorme diferença no futuro. Seus amigos são outros, seus romances não são mais os mesmos, as pessoas a sua volta não desempenham as mesmas funções e, após uma surpresa desagradável, você percebe que, ao tentar melhorar o futuro de alguém, você acabou por piorá-lo (e muito) em certa forma.

O único ponto negativo continua sendo a falta de sincronia entre as falas dos personagens e as animações, mas não chega a ser algo que atrapalhe a experiência do jogo. A Dontnod tem feito um excelente trabalho nos deixando curiosos sobre os próximos capítulos, pois nos deixam sempre com um gosto de “quero mais”. É realmente uma pena ter que esperar para poder jogar a continuação.

 

Will, Bill, Willian, o nosso querido colaborador é conhecido de várias formas dentro do site. Bill escreve principalmente notícias de games e é um Sonysta declarado, mas nosso Sonysta oficial continua sendo o Leo, apesar de o Bill ser o mini-Leo, salvo pela falta de massa encefálica.

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