E aí pessoal, como vai a vida? Gostaram da confirmação do Homem-Aranha em Avengers? Estou ansiosa, apesar de achar que não ter Andrew Garfield – que para mim, foi o melhor Spider Man ever – no papel principal vai ser uma grande perda, mas né? Fazer o que.

Essa semana estive meio desatualizada no mercado cinematográfico – desculpem, estava curtindo uma praia coimaboa. Mas já vi que tem muita novidade vindo por aí, e além disso, ainda quero fazer um artigo – ou um vídeo – sobre esse mimimi todo da Ancine exigir cotas de produções nacionais nos serviços On Demand.

Mas isso são outros 500 né? Vamos ao que interessa para essa semana:

Perfume de Mulher (Netflix)

“Frank Slade (Al Pacino), um tenente-coronel cego, viaja para Nova York com Charlie Simms (Chris O’Donnell), um jovem acompanhante, com quem resolve ter um final de semana inesquecível antes de morrer. Porém, na viagem ele começa a se interessar pelos problemas do jovem, esquecendo um pouco sua amarga infelicidade.”

Perfume de mulher é o único filme que me coloca em dúvida a maestria da atuação de Pacino em “O Poderoso Chefão” – não sei dizer qual é o melhor. Se for pela academia, diria “Perfume de Mulher”, afinal foi a única produção que deu o Oscar ao ator, mas, como eu acho as opiniões da Academia por vezes duvidosas, meu dilema continua – apesar deste ser totalmente merecido.

Não se deixem levar pelo nome. Levei meses para convencer o Eric a assistir um filme chamado “Perfume de Mulher”; mas acreditem, não tem nada a ver com mulherzices. Frank Slade (Pacino) é um tenente-coronel cego que perde o apreço pela vida, e envolve o estudante Charlie Simms em sua viagem de “despedida”, porém, acaba tendo nesta, momentos de extrema lucidez e satisfação.

O filme acaba sendo uma lição daquelas. Como Frank diz para Charlie no início de sua viagem, “esse é apenas o começo de seu aprendizado”. Ao espectador? Também. Aprendemos a reconhecer o conhecimento que a experiência de vida traz aos mais experientes, e a importância de estar atento a esses conhecimentos; Isso, enquanto o coronel, que compartilha de forma tão brusca esses conhecimentos, revê nos dilemas do jovem Charlie sua utilidade ainda muito ativa ao mundo, superando rancor que traz em si.
É uma história de superação, e acima de tudo, de admiração. Com cenas inesquecíveis e um discurso final daqueles que todo mundo deveria entender e praticar de cabo a rabo. Colocou Carlos Gardel no conhecimento do povo, e não vou nem começar a falar da atuação de Al Pacino senão não paro mais.

Apenas assistam, e… UH-HÁ (entendedores entenderão)!

K-Pax (Netflix)

“Prot (Kevin Spacey) é um homem misterioso, que vive dizendo ter vindo do planeta K-Pax, distante 1000 anos-luz da Terra. Por causa disto ele é internado em um hospício, onde conhece o Dr. Mark Powell (Jeff Bridges), um psiquiatra disposto a provar que ele na verdade sofre de um grave distúrbio de personalidade. Mas as descrições de Prot sobre como é a vida em seu planeta acabam encantando os demais pacientes do hospício, fazendo com que eles queiram ir com Prot quando ele diz que está próximo o dia em que deverá voltar ao seu planeta.”

Ok, esse é de propósito, porque semana que vem volta “House of Cards”, e cada vez nesses últimos dois anos que eu ouvi “O Kevin Spacey é o melhor”, minha resposta era “Gente! Mas ele é o ET de K-Pax!”. Todo mundo tem um passado né? Pra mim K-Pax é comédia, mas, não deixa de oferecer um daqueles finais onde “cada um pensa o que quer”.

Estou ansiosa pela opinião de vocês aqui. Ok, não deixa de contar com a atuação impecável de Jeff Bridges, e tem até Conchata Ferrell (a Berta, de Two and a Half Men) em modestas aparições, mas, pra mim continua sendo um filme que… Nicolas Cage poderia ter feito (aliás, rótulos à parte, ainda farei um especial de indicações do Cage aqui com as raras produções que valem a pena).

Assistam e deixem suas opiniões. Gostando ou não, a visão “ULTRA MEGA FODA OMG” de Kevin Spacey vai mudar pra grande maioria que se permitir; E muitos de vocês finalmente, me entenderão quando eu digo que Frank Underwood não é tudo isso não.

Supernatural (Netflix)

“Desde que era pequeno, Sam Winchester (Jared Padalecki) tentava escapar do próprio passsado. Após a misteriosa morte de Mary (Samantha Smith), o pai de Sam passou a procurar vingança contra as forças do mal que mataram a esposa, destruindo qualquer ser maligno que cruze o seu caminho. Ao contrário de Sam, Dean (Jensen Ackles), irmão mais velho, sempre quis seguir os passos do pai. Sam está determinado a se livrar do “negócio da família”, mas sua vida está prestes a tomar os rumos que ele não desejava, quando ele fica sem escolhas a não ser unir-se ao irmão.”

Supernatural é o meu xodó. Uma das séries que eu mais curto e acompanho religiosamente. Já está na 10ª temporada, e passou por seus altos e baixos, mas, continua em seu jeitinho, genial.

Haters gonna Hate, bom, paciência. Mas, querendo ou não, Supernatural tem sido um grande sucesso mundial, e já possui 9 temporadas disponíveis no Netflix. A história toda gira em torno do drama familiar de Sam e Dean – ou girava, inicialmente – que tiveram a mãe morta por um demônio, e desde então, passaram a caçar seres malignos. Acontece que a coisa se desenvolveu tanto, que agora, depois de 10 anos de estrada, vimos monstros de todos os tipos, anjos, Lúcifer himself, os cavaleiros do apocalipse (Julian Richings perfeito como a Morte, btw), e até o escriba de Deus.

Os highlights? Os caras dirigem um Impala 67’ e ouvem hard rock. Isso não tem como não gostar, vai? Além de Jensen Ackles e Jared Padalecki, a partir da 4ª temporada contamos com as atuações ma-ra-vi-lho-sas de Misha Collins (como o anjo Castiel) e Mark Sheppard (como Crowley, o rei da encruzilhada).

Quem for a fundo e procurar referencias, vai ver que Eric Kripke é um gênio. Em cada nome escolhido, em cada lenda urbana. Além de claro, tirar um sarro com a própria série de forma única.

Recomendo porque amo, e porque merece uma chance. É de rir, chorar, e até sentir um medinho. Só aviso a quem gostar: Vicia, e não tem volta.

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Ah! Fiquei triste semana passada… Quero mais comentários! ahahaha Deixem seus pareceres, sugestões, e novas ideias! Adoro as indicações de vocês.

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Juliane Marrone é redatora de cinema e TV do Critical Hits

  • O Kevin Spacey devia ganhar um Oscar por ter feito um papel perfeito de Nicolas Cage no K-PAX

    • Gordura do Futuro Hoje

      Ele ficou foda no filme e é um filme que não deixa pontas soltas só prestar atenção