Fala, galera, tudo bom com vocês?

Quem aí lembra da época em que todo mês de PlayStation Plus era um jogo melhor do que o outro? Da época em que o serviço te dava uma porrada de jogos logo de cara por causa da tua assinatura e ia adicionando jogos em cima disso? Esses dias infelizmente acabaram, ou será que acabaram? No Papo Sério dessa semana, nós fazemos uma análise em cima dos últimos meses de PlayStation Plus e comparamos esses meses com a concorrência.

O vídeo completo pode ser conferido abaixo, não se esqueça de inscrever-se no nosso canal do Youtube!


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Eric Arraché Gonçalves é o Fundador e Editor do Critical Hits. Desde pequeno sempre quis trabalhar numa revista sobre videogames. Conforme o tempo foi passando, resolveu atualizar esse sonho para um website e, após vencer alguns medos interiores, finalmente correu atrás do sonho.



  • Tô contigo. Acho quase vergonhoso o que a Sony faz. Não é só pelos jogos mas é deixar desgostoso o seu cliente. A insatisfação é tamanha que já vi gente deixando o PlayStation e indo pra o Xbox.

  • Rafael Stos

    Realmente estou afim de ir para o Xbox, enquanto essa situação não mudar. Minha assinatura não será renovada.
    Muito desanimador essa plus

  • Helder Coutinho

    Isso me faz lembrar de quando eu assinei a Plus (abril/2013). Logo de cara, Darksiders e SF4 Arcade. Uns meses mais tarde, devido a E3, saiu Uncharted 3, Saints Row 3 e XCOM Enemy Unknown.

    Mas ainda saíram boas pérolas, como Dragon Age Origins, Mass Effect 2, Tomb Raider, porém de um tempo pra cá, até o PS4 tem deixado a desejar neste quesito. Eu não acharia muito interessante migrar agora pra Microsoft, visto que tenho aguardado o lançamento de alguns exclusivos da plataforma, como é o caso do Persona 5, porém, se eu ver que a situação não está nada favorável, infelizmente, irei voltar para a Microsoft.

  • Bruno Ibarra

    Eric, se o papo é sério, a “opinião” deveria ser pautada em cima de realidade de mercado e, espero que não se importe demais, vou tentar contribuir com essa percepção.
    Temos de considerar que o serviço não é desenhado pensando no publico brasileiro, logo, o preço se justifica para outros mercados mais economicamente ativos no consumo de jogos. Depois, é importante considerar que a estratégia da Sony com o PlayStation está orientada para venda de exclusivos, não de serviços complementares, que sempre foi a filosofia da Microsoft (você já deve ter cansado de comprar serviços deles na tua história de consumo com computadores). E sabemos que a divisão de games da Sony já tem domínio sobre o mercado com os exclusivos que formaram sua marca, enquanto a concorrência precisa inventar em outras formas para explorar o público e manter alguma vantagem competitiva de diferenciação.
    Por fim, a parte mais importante, que tem à ver mais com nossa responsabilidade de consumidor que com a estratégia da corporação global: Nós sempre reclamamos de barriga cheia!
    Pagamos praticamente R$10 por mês por um serviço que nos conecta a uma rede social segmentada a nossos interesses, temos serviço de voz com boa qualidade, acesso a ofertas em dezenas de produtos todas as semanas e ainda rolam uns brindes mensais (os jogos gratuitos, independente de qualidade e crítica). Agora, perceba que isto já é MUITO serviço em troca de seus R$10 mensais. Se compararmos com outros serviços correlatos, basta olhar sua conta de celular pra entender a economia sendo feita. Ou ir e voltar de transporte público em sua cidade, jogar um eletrônico em galerias ou shoppings ou qualquer outra atividade de lazer e interação virtual. Pra nossa realidade de serviços de entretenimento, os R$10 mensais da Plus na verdade fazem bem mais por nós do que fariamos com o mesmo dinheiro em qualquer outro lugar.
    No mais, vivemos numa época em que virtualmente qualquer classe social pode ter seu próprio video game em casa e conectado à Internet, coisa que não foi realidade pra muita família de classe média durante as gerações anteriores.
    Desejo sucesso e continuo acompanhando seu trabalho, mas o convido pra usar de sua influência e espaço pra contribuir com um pensamento mais analítico sobre o consumo de video games sem tendenciar opiniões que não constroem posicionamentos sólidos a seu público.