Quando Battlefield 1 foi lançado, uma verdadeira polêmica em torno do fato de não haver mulheres no jogo foi levantada em diversos fóruns internet a fora. Na época, a EA se defendeu dizendo que se ateve “à realidade da época”, o que faz sentido e até é aceitável, de certa forma.

Para não cair no mesmo erro da concorrência, a Sledgehammer revelou que Call of Duty: WWII vai permitir não só a escolha de gênero do seu soldado, como também vai incentivar a customização.

A estratégia de largar mão da realidade para permitir que o jogador se sinta mais imerso em um jogo baseado na segunda guerra mundial parece ter agradado bastante aos fãs, que desde já vem apoiando a iniciativa da desenvolvedora. Entretanto, símbolos nazistas estão banidos do jogo para sempre, e a suástica não pode ser utilizada por ninguém, em nenhum momento.

Call of Duty: WWII chega ao PC, PS4 e ao Xbox One em 3 de novembro de 2017.


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João Víctor Balestrin Sartor é colaborador e sex-symbol do Critical Hits. Admirador das boas histórias, almeja de verdade escrever um livro algum dia. Divide seu tempo entre à leitura, jogatina, trabalho, engenharia e quando sobra tempo, vive.